mentirosos

mentirosos
BLOG ESPECIALIZADO EM DESMASCARAR EMBUSTEIROS E DIVULGAR MATÉRIAS INTERESSANTES.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

JORNALISTA MÍRIAN MACEDO DIZ QUE MENTIU SOBRE TORTURAS NA ÉPOCA DA DITADURA MILITAR


Em seu blog, a jornalista Mírian Macedo confessa que mentiu por trinta anos sobre as "torturas" que teria sido vítima por ser militante de esquerda na época da ditadura militar no Brasil. Segue texto transcrito do seu blog: 

domingo, 5 de junho de 2011

A verdade: eu menti.

                         Eu, de minha parte, vou dar uma contribuição à Comissão da Verdade, e contar tudo: eu era uma subversivazinha medíocre e, tão logo fui aliciada, já caí(jargão entre militantes para quem foi preso), com as mãos cheias de material comprometedor.       
       Despreparada e festiva, eu não tivera nem o cuidado de esconder os exemplares  d'A Classe Operária, o jornal da organização clandestina a que eu pertencia (a AP-ML, aliada ao PC do B, linha maoísta, a mesma que fazia a Guerrilha do Araguaia, no Pará). 
      Os jornais estavam enfiados no meio dos meus livros numa estante, daquelas improvisadas, de tijolos e tábuas, que existiam em todas as repúblicas de estudantes, em Brasília naquele ano de 1973. 
       Já relatei o que eu fazia como militante*(ler texto no link abaixo). Quase nada. A minha verdadeira ação revolucionária foi outra, esta sim, competente, profícua, sistemática: MENTI DESCARADAMENTE DURANTE QUASE 40 ANOS!*. (O primeiro texto fala em 30 anos. Eu fui fazer as contas, são quase 40 anos, desde que comecei a mentir sobre os 'maus tratos'. Façam as contas, fui presa em 20 de junho de 73. Em 2013, terão se passado 40 anos.)
       Repeti e escrevi a mentira de que eu tinha tomado choques elétricos (por pudor, limitei-me a dizer que foram poucos, é verdade), que me deram socos e empurrões, interrogaram-me com luzes fortes, que me ameaçaram de estupro quando voltava à noite dos interrogatórios no DOI-CODI para o PIC e que eu passava noites ouvindo "gritos assombrosos" de outros presos sendo torturados (aconteceu uma única vez, por pouquíssimos segundos: ouvi gritos e alguém me disse que era minha irmã sendo torturada. Os gritos cessaram - achei, depois, que fosse gravação - e minha irmã, que também tinha sido presa, não teve um único fio de cabelo tocado). 
      Eu também menti dizendo que meus algozesdiversas vezes, se divertiam jogando-me escada abaixo, e, quando eu achava que ia rolar pelos degraus, alguém me amparava (inventei um 'trauma de escadas", imagina). A verdade: certa vez, ao descer as escadas até a garagem no subsolo do Ministério do Exército, na Esplanada dos Ministérios, onde éramos interrogados, alguém me desequilibrou e outro me segurou, antes que eu caísse. 
      Quanto aos 'socos e empurrões' de que eu dizia ter sido alvo durante os dias de prisão, não houve violência que chegasse a machucar; nada mais que um gesto irritado de qualquer dos inquisidores; afinal, eu os levava à loucura, com meu enrolation. Eu sou rápida no raciocínio, sei manipular as palavras, domino a arte de florear o discurso. Um deles repetia sempre: "Você é muito inteligente. Já contou o pré-primário. Agora, senta e escreve o resto". 
      Quem, durante todos estes anos, tenha me ouvido relatar aqueles 10 dias em que estive presa, tinha o dever de carimbar a minha testa com a marca de "vítima da repressão". A impressão, pelo relato, é de que aquilo deve ter sido um calvário tão doloroso que valeria umanota preta hoje, os beneficiados com as indenizações da Comissão da Anistia sabem do que eu estou falando. Havia, sim, ameaças, gritos, interrogatórios intermináveis e, principalmente, muito medo (meu, claro).
       Torturada?! Eu?! Ma va! As palmadas que dei em meus filhos podem ser consideradas 'tortura inumana' se comparadas ao que (não) sofri nas mãos dos agentes do DOI-CODI. 
Que teve gente que padeceu, é claro que teve.  Mas alguém acha que todos nós que saíamos da cadeia contando que tínhamos sido 'barbaramente torturados' falávamos a verdade?
      Não, não é verdade. A maioria destas 'barbaridades e torturas' era pura mentira! Por Deus, nós sabemos disto! 
Ninguém apresentava a marca de um beliscão no corpo. Éramos 'barbaramente torturados' e ninguém tinha uma única mancha roxa para mostrar! Sei, técnica de torturadores. Não, técnica de 'torturado', ou seja, mentira. Mário Lago, comunista até a morte, ensinava: "quando sair da cadeia, diga que foi torturado. Sempre."

      A frase de Mário Lago é citada pelo coronel Brilhante Ustra, em entrevista à Rede Genesis (NET/Canal 26, em 2008)**, e num artigo do 
ex-ministro, governador e senador Jarbas Passarinho, publicado no Correio Braziliense, em 2006. ***      

    Na verdade, a pior coisa que podia nos acontecer naqueles "anos de chumbo" era não ser preso(sic). Como assim todo mundo ia preso e nós não? Ser preso dava currículo, demonstrava que éramos da pesada, revolucionários perigosos, ameaça ao regime, comunistas de verdade! Sair dizendo que tínhamos apanhado, então! Mártires, heróis, cabras bons.
       Vaidade e mau-caratismo puros, só isto. Nós saíamos com a aura de hérois e a ditadura com a marca da violência e arbítrio. Era mentira? Era, mas, para um revolucionário comunista, a verdade é um conceito burguês, Lênin já tinha nos ensinado o que fazer. 
       E o que era melhor: dizer que tínhamos sido torturados escondia as patifarias e 'amarelões' que nos acometiam quando ficávamos cara a cara com os "ômi". Com esta raia miúda que nós éramos, não precisava bater. Era só ameaçar, a gente abria o bico rapidinho.
      Quando um dia, durante um interrogatório, perguntaram-me  se eu queria conhecer a 'marieta', pensei que fosse uma torturadora braba. Mas era choque elétrico (parece que 'marieta' era uma corruptela de 'maritaca', nome que se dava à maquininha usada para dar choque elétrico). Eu não a quis conhecer. Abri o bico, de novo.
 
      Relembrar estes fatos está sendo frutífero. Criei coragem e comecei a ler um livro que tenho desde 2009 (é mais um que eu ainda não tinha lido): "A Verdade Sufocada - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça", escrito pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Editora Ser, publicado em 2007. Serão quase 600 páginas de 'verdade sufocada"? Vou conferir. 



segunda-feira, 11 de novembro de 2013

PÁSCOA DE SANGUE: LIVRO SOBRE JUDEUS É PROIBIDO


Este ano foi editado na Itália um livro chamado "Pasque di Sangue" (Páscoa de Sangue), do professor de história Ariel Toaff, da Universidade Bar-Ilan em Tel-Aviv, Israel. O professor Ariel é filho do rabino-chefe da Itália. Neste livro, o professor (doutor e catedrático em História) prova além de qualquer dúvida que houve sim rituais em que fanáticos judeus sacrificavam crianças para usar seu sangue em pães ázimos para a páscoa judaica. Acusação que é conhecida hoje como libelo de sangue pelos "politicamente corretos".

Uma notícia sobre o livro:

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1404609-EI312,00.html

O professor usa como exemplo o caso de São Simão de Trento, menino de 3 anos que foi morto pelos judeus num ritual de Páscoa, teve vários milagres relatados, foi canonizado no século 16 e depois teve seu culto suspenso, logo depois do Concílio Vaticano II. Ele conclui que, de fato, o menino Simão foi sacrificado pelos judeus e o processo teve base factual.

Mas olha que interessante: O LIVRO FOI RECOLHIDO E PROIBIDO![1]

O professor Ariel Toaff, segundo a Wikipédia[2] foi ameaçado de demissão da universidade, massacrado moralmente, ameaçado de sofrer ações legais e sofreu até ameaças de morte. COINCIDENTEMENTE, menos de 2 meses depois da edição da obra, o prof. Toaff mandou recolher todos os livros e proibiu futuras edições e traduções do mesmo. Em entrevista ao Haaretz[3], jornal de Israel, dizendo que foi "mal interpretado" pela mídia, andou negando tudo o que disse no livro, afirmou que "nunca quis dizer que os judeus tivessem feito sacrificios humanos ou matado qualquer pessoa" (mesmo que a própria capa do livro[4] mostre um judeu com uma faca sacrificando um menino) e afirmou que mandará todo o dinheiro adquirido das 3 mil cópias vendidas do livro para a "Anti Defamation League", organização judaica americana que promove um dos lobbies judeus mais poderosos nos EUA, e que junto com a AIPAC (outro lobby israelense) foi uma das responsáveis pela atual campanha engedrada pelos sionistas no Iraque.

O professor Toaff agora está sendo ameaçado de processos por parlamentares de Israel, e sua carreira acadêmica certamente será jogada na lama.

[1] http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1170359860024&pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull
[2] http://en.wikipedia.org/wiki/Ariel_Toaff
[3] http://www.haaretz.com/hasen/spages/830711.html
[4] http://www.mulino.it/edizioni/volumi/image/copertine/11516.gif

Para quem domina o italiano, estou disponibilizando o livro de Ariel Toaff. Baixem aqui:

http://www.4shared.com/document/w9ZFyXZp/pasque.html


sábado, 9 de novembro de 2013

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE COMETIDOS PELOS JUDEUS

O blog UNIÃO ARIANA 88 publicou excelente artigo intitulado Crimes contra a humanidade cometidos pelos Judeus, datado de 29 de julho de 2010, reproduzido a seguir.

Comunismo
O comunismo causou 110 milhões de mortes ao redor do mundo, na maioria dos casos, os judeus tiveram participação direta, mas mesmo nos poucos casos em que não houve participação direta, os criminosos comunistas estavam influenciados ideologicamente por um judeu, Karl Marx.
Holodomor
O Holodomor foi um genocídio que levou a morte de 10 milhões de pessoas só na Ucrânia, o holodomor também ocorreu em outras repúblicas soviéticas, como o Cazaquistão, mas as maiores vítimas foram os ucranianos. 82% da população da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas vivia da agricultura e foi obrigada, por meio de repressão violentíssima, a entregar as suas propriedades ao Estado comunista e a integrar as explorações agrícolas colectivas e estatais, no que foi chamado pelos comunistas, de “coletivização do campo”. 
A maior parte dos camponeses ucranianos, reconheceram a “coletivização” do campo como uma forma de neo-feudalismo e por isso foram contra. Como resposta a essa oposição por parte do povo ucraniano, Stálin, a cúpula estalinista e o partido comunista (80% dos membros eram judeus) se reuniram para buscar uma solução. O resultado foi um plano terrível, que ceifaria 10 milhões de vidas humanas. Os judeus e comunistas não pouparam nem mesmo as mulheres e as crianças. Trata-se do pior e mais cruel crime contra a humanidade.
PS: O judeu e vice-chefe da NKVD (mais tarde KGB), Genrikh Yagoda foi um dos principais responsáveis pela repressão aos ucranianos, no âmbito da colectivização e da deskulakização. No inverno de 1932-1933, os ucranianos tiveram todos os seus suprimentos alimentícios confiscados. Um grande cordão foi criado para que ninguém pudesse ir embora. Inicialmente, as pessoas não morreram, pois sobras de suprimentos em grãos e vegetais mantiveram-na vivas. Mas isso não fazia parte do plano dos judeus e comunistas. Por isso, eles ordenaram a NKVD que todos os grãos, toda a comida fosse confiscada e os camponeses fossem proibidos de a procurar em outro lugar. Fazendo isso, eles sabiam que estavam condenando aquela gente inocente a morte.
Após isso, a fome começou. Os ucranianos foram mortos tortuosamente devagar.

Crianças choravam agonizando por pão.
Não era permitido que fossem para as cidades, guardas de esquadrões impediam as pessoas de entrar nos trens. Com isso, muitos morreram nas estações. Vítima que conseguiu escapar para a cidade de Kharkiv, mas mesmo assim acabou morrendo. Muitas crianças perdiam o senso de medo e entravam nos campos guardados pela NKVD a procura de grãos. Elas eram fuziladas no ato.
Mas a maioria das pessoas morria devagar, em casa. Unidades especiais da NKVD invadiam as casas das pessoas para coletar os corpos dos mortos. Não havia nenhuma cerimônia de despedida para as vítimas, eram todos despejados em valas, relatos dizem que a terra chegava a se mexer, devido ao fato de enterrarem não só os mortos, mas também enterrarem vivos os que já agonizavam.
O genocídio não teve como objetivo apenas reprimir a oposição que o povo ucraniano tinha em relação aquele governo judaico-comunista de tendências feudalistas, tinha também fins lucrativos. Os judeus não podem ser definidos apenas como gananciosos, ambiciosos ou individualistas, aliás, nem sei como definir um povo capaz de matar 10 milhões de seres humanos, inclusive mulheres, idosos e crianças, por dinheiro. Os judeus e comunistas exportaram os grãos roubados dos camponeses para países do ocidente.
A mídia ocidental informou sobre o extermínio dos ucranianos. Mas mesmo assim, os países “livres” e liberais do ocidente (países dominados economicamente e boa parte até politicamente pelos judeus) não fizeram nada para impedir, ainda continuaram a comprar os grãos roubados daquela gente e a colaborar com o governo soviético. Países como Israel, China, França, Reino Unido e Alemanha (hoje a Alemanha é comandada pelo ZOG, Governo Sionista de Ocupação) não reconhecem o holodomor.
Em azul os países que reconhecem o Holodomor, em cinza, os que não reconhecem.
A Grande Fome de 1921-1922 (Russia)
O partido comunista (que tinha 80% de seus membros judeus), a partir de 1919, iniciaria uma política de confisco de grãos dos camponeses, que gradualmente levaria uma crise de fome em massa na população. A tentativa de transformar a economia russa em uma economia comunista, através do controle de distribuição de alimentos, mediante apropriação forçada dos grãos dos camponeses, a fim de abastecer as cidades, gerou não somente revolta e uma feroz guerra civil no campo, como uma diminuição gradual da produção de cereais na Rússia. Os camponeses foram proibidos de vender livremente seus excedentes, com os judeus e comunistas exigindo cotas de produção acima das possibilidades dos camponeses, empobreceu-os radicalmente, gerando escassez de alimentos.
Os judeus e comunistas, através de uma violência brutal, torturando, matando e saqueando os agricultores, não somente confiscavam tudo que o camponês tinha, como não poupavam nem os grãos guardados para o replantio de novas safras agrícolas. As regiões mais ricas da Rússia, como Tambov e outros arredores de Moscou, outrora grandes exportadores de cereais, por volta de 1920, ameaçavam perecer pela fome.
Os comissários da Tcheka, em cartas direcionadas a Lênin e Molotov, relatavam a incapacidade dos camponeses de oferecer seus grãos, já que não somente o campo tinha se desestabilizado, como a produção agrícola decaído. No entanto, sabendo dessas informações, o judeu Lênin radicalizou o processo, obrigando os camponeses a darem cotas de produção cada vez mais altas onde eles não existiam mais.
Antonov-Ovsenko, em uma carta ao partido comunista, dizia que as exigências que estavam sendo feitas para a agricultura, em milhões de puds de cereais, eram tão além das expectativas da população, que ela simplesmente morreria de fome. Ignorando o aviso, os judeus e comunistas insistiram em tal política. Por volta de 1921 e 1922, 30 milhões de russos foram atingidos por uma crise de fome monstruosa.
O povo se revoltou. Os marinheiros de Kronstadt se amotinaram e fizeram alianças com os camponeses insurretos e esfomeados. E a fúria do povo era tanta, que os “comissários do povo” perdiam o controle de várias cidades russas. Numa dessas cidades, os grãos de alimentos confiscados apodreciam na estação ferroviária, enquanto a população morrendo de fome, enfrentando os tiros dados pelos soldados do exército vermelho, saqueavam tudo quanto viam. Enquanto isso, nas florestas da Rússia e Ucrânia, exércitos inteiros de camponeses atacavam os bolcheviques.
Todavia, os judeus e comunistas reprimiram implacavelmente as revoltas camponesas. Fuzilamentos sumários de centenas de milhares de pessoas, assassinatos de famílias inteiras, deportações para os recém-construídos campos de concentração, e mesmo o uso de gás venenoso contra os agricultores rebelados, foram as variadas formas com que os bolcheviques esmagaram a resistência anti-comunista do povo.
Revoltosos mortos pela NKVD
Graças a pressão de alguns intelectuais russos, Lenin liberou a ajuda internacional. A ajuda internacional alimentou 11 milhões de pessoas por dia, mas já era um pouco tarde: sete milhões já tinham morrido pela fome. Quando a situação se pacificou, os bolchevistas prenderam os intelectuais russos que pediram a ajuda internacional e só não os fuzilaram por pressão internacional, mas os expulsaram do país com a roupa do corpo. A fome russa foi um dois maiores crimes contra a humanidade já cometidos até hoje.
Uma parte da população esfomeada simplesmente foi reduzida ao canibalismo. Dizia-se que os camponeses famintos eram obrigados a arrancar o fígado dos cadáveres para fazer patês e vender no mercado para não morrer de fome.
Imagem de um casal camponês, foram obrigados pelos judeus e comunistas a recorrerem ao canibalismo como forma de sobrevivência
Relatórios da Tcheka, a polícia política soviética, assim como algumas fotos, retratam esse estado de penúria, sem contar as famílias deportadas para a Sibéria, que definhavam pelo frio. Viam-se milhões de cadáveres espalhados pelo país, uma boa parte, de crianças. Algumas delas são retratadas em várias fotos chocantes, raquíticas, nuas, sujas, abandonadas.
Assassinato de milhares de civis durante a invasão da Estônia
Em Walk, na Estônia, o Exército Vermelho executa, intimida, saqueia e aterroriza centenas de civis. Posteriormente, a Estônia, junto com outras repúblicas bálticas, será vítima de grandes deportações em massa e extermínio de sua população civil, pelo regime de Stalin, que contava com o apoio do Partido Comunista (80% dos seus membros eram judeus) quando da invasão do país, em 1940.
Campos de concentração soviéticos
Imagens de campos de concentração soviéticos, construídos sob as ordens do partido comunista (que tinha 80% dos seus membros judeus).
Atmosfera do gulag soviético, Kolyma, Sibéria.
Prisioneiros de campos de concentração soviéticos
Famílias polonesas sendo levadas para campos de concentração
Crianças polonesas esqueléticas em um campo de concentração soviético, Buzuluk, no Cazaquistão.
Massacre de Katyn
O massacre de Katyn (em polaco zbrodnia katyńska) foi uma execução em massa, na qual cerca de 25 mil cidadãos e militares da Polônia foram massacrados pelo Exército Vermelho, sob as ordens das autoridades judaico-comunistas da União Soviética em 1940. Durante 4 décadas soldados da Alemanha Nacional-Socialista foram acusados pelo fuzilamento dos poloneses, fato desmentindo pela abertura de documentos secretos.
Prisioneiros de guerra polacos foram assassinados numa floresta nos arredores da vila de Katyn, em prisões e em diversos outros lugares. Cerca de oito mil vítimas eram militares polacos que haviam sido tomados como prisioneiros na invasão soviética da Polônia em1939, sendo o restante cidadãos polacos presos sob alegações de pertencerem a corpos de serviços de inteligência, espionagem,sabotagem, e também proprietários rurais, advogados, padres etc.
Para as novas gerações, até mesmo na Polônia, a palavra Katyn não diz nada, pela simples razão de que seus professores, jornais e outras mídias tomaram todas as precauções necessárias para evitar que essa palavra lhes dissesse alguma coisa. Em Setembro de 1939 a Polônia foi derrotada, depois de ter sido invadida simultaneamente pela Alemanha, a Oeste, e pelos comunistas, a Leste. Após negociações Hitler então outorgou aos Soviéticos uma zona de ocupação de duzentos mil quilômetros quadrados.
A partir da derrota da Polônia, os soviéticos massacraram nessa zona, sob as ordens do infame ditador Josef Stalin e do partido comunista, vários milhares de oficiais poloneses prisioneiros de guerra – mais de 4 mil em Katyn (perto de Smolensk), local onde foi descoberto posteriormente pelas tropas alemãs Nacional-Socialistas que libertaram a Polônia dos Comunistas enquanto invadia a União Soviética, um dos mais famosos ossários, além de outros 21 mil em vários locais.
Deve-se adicionar a essas vítimas cerca de 15 mil prisioneiros soldados comuns, provavelmente mortos por afogamento no Mar Branco. Perpetrados em poucos dias segundo um plano preestabelecido, esses assassinatos em massa de poloneses vencidos, exterminados pelo simples fato de serem poloneses, constituem indiscutíveis crimes contra a humanidade, e não apenas crimes de guerra, já que a guerra, para a Polônia, havia terminado.
Segundo a Convenção de Genebra, a execução de prisioneiros de um exército regular, que combateram uniformizados, constitui crime contra a humanidade, sobretudo depois que o conflito já terminou. A ordem de Moscou era para suprimir todas as elites polonesas: estudantes, juízes, proprietários de terras, funcionários públicos, engenheiros, professores, advogados e, certamente, oficiais.
Hoje sabemos bem o motivo pela qual os Comunistas queriam (ainda querem?) aniquilar qualquer cabeça pensante, ou seja, os intelectuais, pois que o regime mais devastador da história pudesse seguir seu caminho sem interferências. Quando esses ossários poloneses foram descobertos, Moscou imputou os crimes aos alemães e estes foram acusados e condenados no ilegal e famigerado Tribunal de Nuremberg.
Crimes de guerra contra o povo alemão
Alemanha, 1945: cadáveres de mulheres alemães, estupradas e mortas pelo exército vermelho.
O Exército Vermelho cometeu vários crimes de guerra contra o povo alemão, sob as ordens do judeu Ilja Ehrenburg. “Matem, matem, matem. Ninguém é inocente. Nem os que estão vivos nem os que ainda não nasceram” ou então “se vocês, um dia, não tiverem matado pelo menos um alemão(ã) , então vocês não cumpriram o vosso dever moral para com a mãe pátria Soviética “
Os Soldados Vermelhos ardem como se fossem de palha para fazer dos alemães e da sua capital uma teia acesa da sua vingança; para vós, soldados do Exército Vermelho, soou a hora da vingança. Destroçai briosamente o orgulho racial das mulheres alemãs; tomai-as como despojo legítimo. Matai! Destruí, bravos e aguerridos soldados do Exército Vermelho“
Ilja Ehrenburg
Massacres durante a Guerra Civil Espanhola
Crimes cometidos sob as ordens dos judeus Rabino Hyman Katz e Milton Wolff (comandantes das “brigadas internacionais” na Espanha).

Massacre de católicos e exposição pública de seus cadáveres
Cemitério de Paracuellos de Jarama: neste local jazem mais de 2 mil pessoas fuziladas, vítimas da tirania judaico-comunista
Cadáveres descobertos por nacionalistas. As mulheres não foram poupadas da violência sexual.
Danzig e corredor de Danzig
Após o término da Primeira Guerra Mundial, os civis alemães decidiram continuar vivendo na região mesmo sabendo que o Tratado de Versalhes estava entregando o território ao governo polonês, e foi neste local que judeus e comunistas poloneses, com o apoio do governo judaico-comunista soviético e do próprio governo polonês, desencadearam um verdadeiro genocídio aos alemães étnicos locais. Esse foi um dos principais motivos que levaram os alemães a invadirem a Polônia.
Eles não pensaram duas vezes antes de matar mulheres e crianças alemãs. No total os comunistas e judeus poloneses assassinaram cerca de 60.000 alemães da região. Muitos esperavam tomar posse das fazendas e negócios dos alemães. A crise diplomática entre Alemanha e Polônia mostrava-se cada vez mais evidente na medida em que os massacres se sucediam. Foram dezenas de protestos dos alemães na Liga das Nações (hoje ONU) que não trouxeram nenhum resultado.
Sudetos
Nos Sudetos, após a “libertação” da Tchecoslováquia, judeus comunistas que dominaram todo o leste europeu, decidiram libertar três milhões de alemães que ali viviam de uma forma um pouco diferente. Quem não morreu imediatamente teve seu crânio esmagado por um caminhão. Podia ser doente, mulher, criança, homem ou idoso, isso não importava para os judeus.
Holocausto Palestino
Investigadores da ONU disseram na segunda-feira que Israel violou diversos direitos humanos na recente invasão da Faixa de Gaza, o que inclui atacar civis e usar uma criança como escudo humano. As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito. “Alvos civis, particularmente casas e seus ocupantes, parecem ter recebido o grosso dos ataques, mas escolas e instalações médicas também foram atingidas”, disse o relatório assinado por Radhika Coomaraswamy, representante especial do secretário-geral para a questão da infância nos conflitos armados.
A advogada nascida no Sri Lanka, que visitou a região no começo de fevereiro, citou diversos incidentes para corroborar suas acusações. Num deles, contou a relatora, soldados israelenses alvejaram um pai de família após ordenarem que ele saísse da casa, e em seguida dispararam contra o cômodo onde o resto da família se abrigava, ferindo a mãe e três irmãos, e matando um quarto. Em outro incidente, em 15 de janeiro, na localidade de Tal Al Hawa, a sudoeste da Cidade de Gaza, soldados israelenses forçaram um menino de 11 anos a andar várias horas adiante deles pela cidade, mesmo depois de o grupo ser alvejado.
Um comandante israelense que participou da ação militar de 22 dias em Gaza disse na segunda-feira que os esforços israelenses para protegerem os soldados dos disparos dos militantes palestinos podem ter contribuído para o número de mortes civis. “Se vocês querem saber se eu acho que ao fazê-lo matamos inocentes, a resposta é inequivocamente sim”, disse à Reuters o general da reserva Tzivka Fogel, ressalvando que tais incidentes eram exceção.
As declarações de Coomaraswamy fazem parte de um relatório muito mais longo, de autoria de nove investigadores da ONU, inclusive especialistas nos direitos a saúde, alimentação, habitação e educação, ou em questões de execuções sumárias e violência contra mulheres. Todos eles citaram violações de Israel, e em alguns casos do movimento islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza. Israel diz que iniciou os bombardeios por mar, ar e terra, em 27 de dezembro, para tentar impedir o Hamas e seus aliados de lançarem foguetes contra o território israelense. O confronto durou até 17 de janeiro.
Autoridades palestinas dizem que 1.434 pessoas morreram em Gaza, sendo 960 civis — cifras que Israel contesta. O relatório dos nove investigadores citou um total de 1.440, sendo 431 crianças e 114 mulheres. As acusações constam em relatórios submetidos ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, que exigiram também um fim imediato às restrições israelenses para o abastecimento humanitário de Gaza e uma investigação internacional sobre o conflito.
O VERDADEIRO HOLOCAUSTO
O verdadeiro Holocausto, o extermínio de Palestinos, que ocorre hoje, e vem acontecendo desde que os Judeus usurparam a terra dos Palestinos, para fundar Israel. O ‘glorioso’ exército Israelense, que se considera um dos melhores do mundo, não tem coragem para combater outra nação soberana, como o Irã, só demonstra sua ‘coragem’ contra civis inocentes e desarmados. Tudo isso com aprovação da ONU, e financiado pelos EUA e outros países ocupados pelo ZOG (Zionist Occupied Goverment).
Infelizmente muitas fotos estão com a visualização bloqueada.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

QUANDO A PRÓPRIA MENTIRA SE CONTRADIZ

Alguns divulgadores de mentiras na Internet chegam ao descaramento de postarem falsas estatísticas sem se preocuparem com divergências nos dados apresentados, ou quem sabe, fazem de propósito, achando que o leitor é imbecil e não vai detectar nenhuma incoerência, aceitando a ideia que o enganador quer passar. Um exemplo disso é a notícia sobre o "aumento crescente" no número de empregos formais, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e publicada no site PT NO SENADO (mais uma vez o PT) www.ptnosenado.org.br, datado de 11 de outubro de 2013
Com o título País cria 1,148 milhão de empregos em 2012, o texto diz o seguinte:
"O mercado de trabalho formal criou 1,148 milhão de postos de trabalho em 2012, com expansão de 2,48%, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada nesta sexta-feira (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Com isso, o número de empregos formais no país atingiu 47,549 milhões.
'Tal comportamento mantém a trajetória de crescimento do emprego ininterrupta, apontando uma perda de dinamismo, já detectada no ano de 2011', diz o MTE. No ano anterior,o emprego formal cresceu 5,09%, com 2,242 milhões de vagas criadas. O recorde é de 2010, quando o mercado abriu 2,861 milhões de postos de trabalho, alta de 6,94%. 'Por outro lado, cumpre destacar que a manutenção do crescimento do emprego formal em um patamar expressivo, embora sinalizando arrefecimento no seu ritmo de crescimento, contribuiu para a queda da taxa de desemprego no Brasil.'
..........................................................................................................................................
A "MANUTENÇÃO do CRESCIMENTO do emprego formal em um PATAMAR EXPRESSIVO" que o autor anônimo se refere, segundo os dados destacados em vermelho e colocados em ORDEM CRONOLÓGICA, fica assim:  
2,861 milhões de postos de trabalho em 2010, ALTA de ......................6,94%.
2,242   milhões de vagas criadas       em 2011, CRESCEU ...................5,09%
1,148   milhão de postos de trabalho em 2012, EXPANSÃO de .............2,48%

Como podemos ver na ordem acima, que segue o decorrer dos anos de 2010 a 2012, há uma QUEDA, e não uma ALTA, ou CRESCIMENTO, muito menos EXPANSÃO do número de empregos formais no Brasil. A estratégia usada pelo(s) canalha(s), autor(es) da matéria, escondido(s) sobre o pseudônimo de PT SENADO, foi começar falando da cifra maior para a menor, acompanhada das palavras ALTA, CRESCIMENTO, EXPANSÃO, dando a falsa impressão de se tratar de dados POSITIVOS, apesar da contagem REGRESSIVA do tempo, como se o nosso relógio andasse para trás. Um texto que só um IMBECIL não vê a malícia nas entrelinhas.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

SENADORES VOTAM CONTRA O VOTO FACULTATIVO


BRASÍLIA - AGENCIA CONGRESSO - A proposta do senador Ricardo Ferraço (PMDB), que visava acabar com o voto obrigatório no país, foi derrotada nesta quarta-feira (02) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Dos 22 senadores presentes, só seis votaram a favor do voto facultativo: "O Senado está na contra mão da sociedade, que deseja voto facultativo", disse Ferraço. Os dois senadores capixabas presentes na sessão, Magno Malta (PR) e Ana Rita (PT), votaram contra a proposta de Ferraço. "O Brasil não está pronto para o voto facultativo", justificou Ana Rita. A senadora disse ainda que o voto facultativo não iria contribuir para o fortalecimento do processo democrático, que para ela, ainda é frágil no Brasil.

Senadores que votaram contra:Senadores que votaram a favor:
Ana Rita (PT-ES)Pedro Taques (PDT-MT)
Magno Malta (PR-ES)Sérgio Souza (PMDB - PR)
Aníbal Diniz (PT-AC)Francisco Dorneles (PP-RJ)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)Álvaro Dias (PSDB-PR)
Randolfe Rodrigues (PSOL-AP)Rodrigo Rollemberg (PDT-DF)
Pedro Simon (PT-RS)Blairo Maggi (PR-MT)
Luiz Henrique (PMDB-SC)
Cassio Cunha Lima (PSDB-PB)
José Agripino (DEM-RN)
Aloisio Nunes (PSDB-SP)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP)
Humberto Costa (PT-PE)
Wellington Dias (PT-PI)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Eduardo Suplicy (PT-SP)

Fonte: AGÊNCIA CONGRESSO: http://www.agenciacongresso.com.br/m.asp?cd=662 
Assista ao vídeo "Velhos parasitas obrigam você a votar": http://www.youtube.com/watch?v=yZIRAY0taBc


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

NIEMEYER? BRASÍLIA É OBRA DE LÚCIO COSTA!

      O Google faz uma homenagem a Oscar Niemeyer – como em outras datas importantes, substitui o seu logo por um desenho alusivo àquele dia. Está lá, então: “52º aniversário de Brasília. Desenhos de Oscar Niemeyer”. Vi por acaso – queria fazer uma pesquisa qualquer, procurar fotos de um determinado filme, e vi a homenagem. O dia 21 de abril, a data de aniversário de Brasília, ainda nem tinha começado, faltavam alguns minutos, mas a homenagem já estava lá.
      É uma homenagem errada. Ao homem errado. Expressei minha indignação no Twitter. Esperneei lá que quem criou Brasília foi Lúcio Costa. Segundos depois, um garoto jovem, Luiz Otávio, tuitou o seguinte: “se lúcio costa foi quem planejou tudo… niemeyer recebe a fama só porque ainda está vivo?” Mais uns poucos segundos, e alguém da equipe de Ancelmo Gois – que considero o melhor colunista deste país hoje – tuitou, alegremente, entusiasticamente, cariocamente, que o Google estava prestando homenagem a Niemeyer.
      Estou velhinho, cansado, e este país despeja sobre nós pelo menos dez motivos de indignação por dia, e não nos indignamos tanto quanto deveríamos – mas esse episódio me deixou profundamente indignado, e tento aqui expressar essa raiva. Discutir sobre a decisão de criar Brasília, tomada por Juscelino, fica para nunca, ou para depois. Mas o fato é que, decisão política tomada, Brasília existe, e é como é, graças a Lúcio Costa. É de Lúcio Costa o desenho da cidade, o avião, duas imensas asas a partir de um Eixo Monumental. Niemeyer projetou os prédios. O desenho de Brasília é de Lúcio Costa. Joaquim Guedes, parece, fez os cálculos.
                  


O desenho, quem fez foi Lúcio Costa. O Eixo Monumental, os eixos das asas, o Sul e o Norte, os trevos viários, as tesourinhas, as superquaedras, tudo foi idéia de Lúcio Costa. Tudo, no Plano Piloto, é ideia de Lúcio Costa. Este país é tão maluco, tão absurdamente doido, que gerações inteiras, como o garoto Luiz Otávio indica, aprenderam a História errada. Por algum motivo incompreensível, ou por uma série de motivos incompreensíveis, o marketing transformou Brasília em uma criação de Oscar Niemeyer. Deve haver muitos meninos que estudaram em boas escolas e sequer sabem quem foi Juscelino Kubitscheck, mas que aprenderam que Brasília é uma obra de Niemeyer. Obra de Niemeyer, o cacete.

      A ideia mais brilhante sobre Brasília, a de que o prédio do Congresso deveria ser a edificação mais alta, para demonstrar que a representação popular é mais importante do que tudo – “mais altos são os poderes do povo” – foi de Lúcio Costa. Niemeyer apenas fez o projeto do prédio. Um projeto, aliás, igualzinho a tudo que ele fez, e faz: um bloco reto de concreto e vidro, com duas partes de circunferência para enfeitar. Compare-se o prédio do Congresso Nacional ao prédio da ONU, idealizado por Le Corbusier duas décadas antes: é igualzinho.
      Niemeyer é o maior engodo, o maior blefe, o sujeito mais superestimado da História do Brasil. Um dos maiores engodos do mundo.Faz prédios, caixotes, de concreto e vidro. Não os defende da luz forte dos trópicos. Não faz aberturas de janelas que permitam a passagem do ar. Todos os prédios que cria têm,  necessariamente, que ter ar-condicionado. É um sujeito tão ante-diluviano em termos de meio-ambiente quanto nas suas idéias políticas. Na política, defende Stálin, até hoje, passado bem mais de meio século das denúncias dos crimes stalinistas na própria União Soviética.
      No trabalho, cria monstrengos de concreto sem espaço para um metrinho de grama sequer. Árvore, então, nem pensar. O Memorial da América Latrina, perdão, Latina, que projetou em São Paulo então governada por Orestes Quércia, financiador do MR-8 e um dos políticos mais corruptos da história, é uma ilha insensata de concreto cercada por uma cidade de concreto. Não há espaço para uma única arvorezinha, naquele mausoléu da Barra Funda. Em Brasília, o desenho de Lúcio Costa exigia um gigantesco espaço gramado no Eixão, no meio dos prédios dos ministérios, diante da Praça dos Três Poderes. Lúcio Costa botou verde lá. Se fosse por Niemeyer, tudo aquele espaço seria de concreto.
      Mais ou menos recentemente, o escritório de Niemeyer bolou um projeto de criar, bem no meio da grama da Esplanada dos Ministérios, um trombolho de concreto. Felizmente (há momentos em que este país tem alguma lucidez) o projeto foi abortado, levando-se em consideração que o espaço havia sido considerado Monumento da Humanidade pela Unesco. A melhor criação de Niemeyer é a frase que ele repete há mais de um século, de que as curvas de suas criações fazem lembrar as curvas sensuais da mulher.
      Morar num prédio projetado por Niemeyer – como o Copan no Centro de São Paulo, ou como naquele prédio horroroso que enfeia a Praça da Liberdade em Belo Horizonte, deve ser um inferno. Com paredes arredondadas, como ter uma sala agradável? Como ter móveis que se adaptem a elas? Não se tem notícia de um presidente da República que tenha achado que viver no Palácio da Alvorada é agradável. E o Palácio do Planalto não sobrevive sem reformas infindas, e carésimas, como a que Lula fez.
      Ah, sim, mas Niemeyer é uma referência na arquitetura, tem projetos em trocentos países, é incensado no mundo inteiro. Verdade. E aí a gente tem que, realmente, tirar o chapéu: o marketing do comunismo, da esquerda, da esquerdiotice, é o melhor do mundo. Transformam um arquiteto de merda no melhor do mundo. Transformam um governo de merda em nunca antes neste país. Transformam Dilma, esse estupor, essa coisa que não consegue falar uma única frase compreensível, em estadista.
Pobre país, este nosso.